22Jul

INIQ PERSPECTIVA INÍCIO DA ACTIVIDADE DE CERTIFICAÇÃO E ACREDITAÇÃO DE FORMA AUTÓNOMA

O Instituto Nacional das Infra-Estruturas da Qualidade (INIQ), perspectiva para o próximo ano, dentre várias actividades, o início dos serviços de Certificação e Acreditação de forma autónoma, tão logo receba o reconhecimento internacional para o efeito.


A informação foi passada, na manhã desta quinta-feira, 22, na Província de Malanje, pela Directora Geral do Instituto Nacional das Infra-Estruturas da Qualidade (INIQ), Olga Dicamba, no IIº Conselho Consultivo do Ministério da Indústria e Comércio, que teve início ontem, sob o lema: “Indústria e Comércio: Desafios e oportunidades para o desenvolvimento sustentável”, no Instituto Superior Agro-Alimentar.


Avançou igualmente que é perspectiva do órgão que dirige, a gestão e dinamização das comissões técnicas para a área de Normalização, a Implementação do Sistema Nacional de Gestão de Regulamentos Técnicos (SINGERT) e igualmente para a área de Metrologia a instalação de laboratórios e o incremento das verificações, respectivamente.


Como desafios, a responsável apontou, de entre vários, a ampliação e cobertura a nível nacional dos serviços prestados pelo INIQ, de modos a dar resposta às solicitações que chegam à instituição.


Como balanço dos serviços geradores de receitas para o Instituto, Olga Dicamba, avançou que, num resumo geral das realizações entre 2017-2022 foram publicadas 355 normas, e no que toca a Metrologia Legal foram realizadas 25419 verificações.

Importa lembrar que o Instituto Nacional de Infraestruturas da Qualidade é um organismo tutelado pelo Ministério da Indústria e Comércio, criado pelo Decreto Presidencial nº 95/21 de 20 de Abril resultado da fusão do Instituto Angolano de Normalização e Qualidade – IANORQ e do Instituto Angolano de Acreditação – IAAC no âmbito do processo da reforma do Estado.

22Jul

INDÚSTRIA E COMÉRCIO ENTRE OS SECTORES ESTRATÉGICOS PARA A DIVERSIFICAÇÃO DA ECONOMIA NACIONAL

O Ministro da Indústria e Comércio, Victor Fernandes, classificou hoje (21), em Malanje, o sector da indústria e comércio como de grande relevância para a diversificação da economia do país, tendo atraído muitos projectos de investimentos, tanto no domínio da indústria transformadora como no do comércio rural e urbano, com efeitos na criação de mais postos de trabalho e no aumento da arrecadação fiscal.

Esta convicção foi manifestada, pelo ministro Victor Fernandes, ao proceder a abertura do II° Conselho Consultivo Alargado do sector que dirige, o qual decorre no Instituto Superior Agro-Alimentar na província de Malanje, sob o lema “Indústria e Comércio: Desafios e oportunidades para o desenvolvimento sustentável”.

Victor Fernandes sublinhou também o contibuto do pelouro no fomento da produção hagrícola nacional, potencializando diferentes canais de escoamento para os grandes centros urbanos, através dos mercados tradicionais e do circuito moderno de distribuição ou de transformação, pela indústria alimentar.

“Considerando a adesão de Angola à Zona de Livre Comércio da SADC e Continental Africana, vemos aqui uma grande oportunidade de mercado para que os operadores económicos operacionalizem o escoamento de produtos com o selo “Made in Angola”, angariando mais divisas para o país” enfatizou o Ministro.

O governador da província de Malanje, Norberto dos Santos “Kwata Kanawa”, referiu que o II° Conselho Consultivo pode ser enquadrado no âmbito do plano nacional para o desenvolvimento de ambas actividades e o fomento das exportações para o crescimento da economia, gizados pelo Executivo no quinquénio (2017-2022).

O governador destacou também os objectivos da política comercial, que passam, necessariamente pela modernização e promoção dos sistemas de distribuição e comercialização de bens e serviços e fortalecer as relações com instituições do sector produtivo público e privado, vizando mitigar as dificuldades na transportação e consequente disponibilização dos produtos nos mercados agrícolas, nacionais e internacionais.

Neste primeiro dia do Conselho Consultivo, as discussões estiveram à voltas de temas como: O comércio intra-africano como instrumento de desenvolvimento sustentável para o empresariado nacional – principais desafios, papel da universidades na formação e pesquisa em agricultura, economia circular no âmbito do desenvolvimento industrial de Angola, o impacto da REA sobre os preços dos produtos da cesta básica, entre tantos outros.